Equipe da área de logística fazendo a manutenção de frota

Confira os 7 maiores erros na gestão de manutenção de frota

A gestão de manutenção de frota é uma atitude importantíssima para toda e qualquer empresa que ofereça serviços de transporte de cargas. Desse modo, deve ser implementada não só nas transportadoras, mas também em negócios que oferecem frete, como:

  • E-commerces;
  • Supermercados;
  • Atacadistas;
  • entre tantos outros.

Com isso, você colherá vários benefícios que otimizam os processos, reduzem os custos operacionais e aumentam a satisfação dos clientes. Assim, é imprescindível evitar alguns erros muito comuns, mas que geram resultados muito negativos.

Quer saber mais sobre o assunto? Então, não deixe de ler nosso post até o final!

Conheça os 7 erros que precisa evitar na gestão de manutenção de frota

Entender cada um desses erros será fundamental para que você adote ações rápidas para evitá-los!

1. Ignorar a manutenção preventiva

A manutenção preventiva se refere a uma série de ações periódicas que devem ser previamente agendadas e realizadas na frequência exata. A ideia principal é evitar problemas com os veículos ou equipamentos.

Desse modo, o foco é identificar e corrigir antecipadamente qualquer risco antes que ele gere um defeito.

Essa ação é essencial para impedir que você tenha problemas nas suas entregas devido à inatividade de um veículo. Ela também ajuda a prevenir qualquer tipo de acidente que coloque em risco a vida dos seus colaboradores.

Para isso, todo o processo de inspeção deve seguir um processo uniforme sempre com a mesma sequência. Isso evita a negligência acidental de alguma etapa importante.

O ideal é que sua empresa desenvolva um checklist com todas as tarefas a serem realizadas e com as funcionalidades adequadas para facilitar o trabalho dos colaboradores.

Um software de checklist digital e automático é bastante útil nessa atividade. Ele permite que com apenas alguns cliques, eles poderão declarar as ações realizadas e inserir todas as informações necessárias, como peças que foram trocadas.

Isso também é essencial para a realização de auditorias internas, uma vez que todas as ações realizadas por eles deverão ser registradas na aplicação. Assim, o gestor poderá conferir periodicamente se tudo está sendo realmente executado com qualidade e da forma adequada.

2. Não fazer o gerenciamento de rotas

Esse tipo de gerenciamento se refere à análise estratégica das rotas que são percorridas, de modo que o gestor possa pensar em como otimizar o tempo, os gastos e a mão de obra.

Antes da tecnologia, essa era uma atividade muito difícil de ser executada, pois envolvia uma série de anotações por parte do motorista — o que não tinha muita adesão.

Atualmente, com o surgimento de algumas tecnologias, o processo ficou muito mais simples.

Além disso, alguns aplicativos simplificam o registro de informações pelo motorista, como quilometragem, problemas no tráfego, número de paradas, gasto com combustíveis etc.

Essas informações são essenciais para que o gestor entenda como ocorre o processo de deterioração da frota e elabore processos de manutenção mais eficientes.

3. Não treinar os colaboradores

Sem um treinamento, os colaboradores acabam não conhecendo adequadamente os processos da sua empresa, assim como não saberão os objetivos do seu planejamento estratégico.

Então, suas atitudes serão baseadas nas experiências anteriores ou no senso comum. Com isso, nunca será possível implementar processos de melhoria contínua na gestão de manutenção da frota.

Um bom treinamento deve ser organizado e planejado com muita antecedência para que conhecimentos, habilidades e técnicas sejam listados e transmitidos aos funcionários.

4. Não controlar o uso de combustível

O uso de combustível permite que o gestor identifique rapidamente qualquer problema em um veículo. Afinal, quando qualquer peça não está funcionando bem, isso reduz a eficiência energética do motor, e isso indica a necessidade de alguma ação de manutenção.

Toda empresa bem-sucedida no mercado de transporte controla bem esse aspecto com ferramentas digitais rápidas e eficientes.

5. Não saber sobre o histórico dos veículos

O histórico do veículo envolve vários dados relevantes. Alguns exemplos são:

  • Quilometragem;
  • Marca;
  • Tempo de uso;
  • Manutenções realizadas anteriormente;
  • Acidentes;
  • Troca de peças;
  • Correção prévia de defeitos.

Isso é imprescindível para avaliar os riscos operacionais de cada item da frota, com a finalidade de estimar a frequência necessária de inspeções preventivas.

Quanto mais exposto a danos for um veículo, maior será a probabilidade de que ele apresente algum defeito, necessitando de ações menos espaçadas entre si. Por essa razão, as manutenções geralmente são personalizadas de acordo com um histórico.

  • Por exemplo: um caminhão que faz uma rota muito acidentada precisará de revisões mais frequentes no sistema de amortecimento. As peças de um veículo com maior quilometragem que se expuseram a uma deterioração maior demandam uma inspeção completa com maior regularidade.

6. Não implementar a tecnologia

A tecnologia é imprescindível para que você coloque o seu plano de ação de gestão de manutenção de frota em prática e o monitore constantemente.

Há aplicações disponíveis que automatizam grande parte das funções de gestão de frota, permitindo:

7. Não observar a vida útil das peças e dos pneus

O motor e a carroceria de um veículo normalmente o acompanham durante toda a vida útil. Porém algumas peças dos veículos precisam ser trocadas frequentemente, pois estão sujeitas a um desgaste maior.

Esse é o caso dos pneus e dos amortecedores, que têm sua duração determinada pela quilometragem. A partir de testes de segurança e de eficiência, os fabricantes delas sempre trazem informações sobre a necessidade de trocas — e a fiscalização monitora de perto o cumprimento dessas regras.

Afinal, grande parte dos acidentes estão relacionados a pneus “carecas” e sistemas de suspensão inadequados. Isso impede que o veículo responda aos comandos do motorista rapidamente, como as freadas e as mudanças de direção.

Esses erros atrapalham bastante o dia a dia das empresas de transporte, pois aumentam os custos operacionais e os atrasos nas entregas. Esse problema pode gerar também uma grande insatisfação nos clientes.

Além disso, a falta de gestão de manutenção de frota predispõe os seus funcionários a riscos de acidentes graves, os quais podem ter como consequência a incapacitação deles ou, até mesmo, o óbito.

Portanto, é preciso que haja processos de inspeção e reparo consolidados, de forma que nenhuma ação seja esquecida ou ignorada.

Quer saber como solucionar esses e outros problemas tão comuns na gestão de frotas das empresas? Então, venha conferir o nosso post com as melhores dicas sobre o tema!

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